Estado Islâmico assume autoria de ataque que matou 84 em homenagem a inimigo dos EUA no Irã
Atentado, na quarta-feira (3), se deu por explosões no meio de multidão que caminhava em direção ao túmulo de Qassem Soleimani.
Atentado, na quarta-feira (3), se deu por explosões no meio de multidão que caminhava em direção ao túmulo de Qassem Soleimani.
O total de feridos também aumentou para 14, de acordo com o último balanço divulgado nesta terça-feira (2) pela TV pública NHK.
Em um primeiro momento, o Departamento de Polícia de Ocala (OPD) disse que respondia a um possível ataque em massa que havia deixado vários feridos.
Nos últimos dias, os houthis começaram a atacar um novo alvo com foguetes e drones: os navios cargueiros que passam pelo Mar Vermelho com destino ao Canal de Suez.
Hamas, por outro lado, rejeita negociação sobre libertação de reféns, mas diz estar aberto a iniciativas que acabem com o conflito.
Representantes de Lula embarcam nesta quarta (13) para país caribenho que vai mediar diálogo.
O Hamas reivindicou autoria e disse que os autores do atentado faziam parte do Al-Qassam, o braço armado do grupo terrorista.
Até a madrugada desta segunda-feira, o Hamas havia libertado 58 reféns, enquanto Israel soltou 117 palestinos.
Está também nas mãos dos três homens a data para o fim do cessar-fogo, desde que não se prolongue por mais de dez dias.
Como as equipes de resgate do governo demoraram para chegar, os corpos foram retirados por outros garimpeiros.
O partido alegou que o plano não envolvia a participação pública e também era inconstitucional porque somente os militares poderiam ser enviados para fora do país.
Rif Akil, do canal libanês Al Jadeed, estava com um grupo de jornalistas em Yaroun, perto da fronteira do Líbano com Israel, quando o míssil caiu.