Alívio no clima: Chuvas encerram estiagem em Manaus e trazem ar puro após dias de fumaça
A melhora desta sexta-feira contrasta com o cenário severo enfrentado nos dias antecedentes, período em que Manaus acumulou seu sétimo episódio
A melhora desta sexta-feira contrasta com o cenário severo enfrentado nos dias antecedentes, período em que Manaus acumulou seu sétimo episódio
As operações de controle exigem um esforço multisetorial devido à complexidade geográfica da região amazônica. O acesso aos focos.
O comprometimento de postes e cabos elétricos gerou interrupções no fornecimento de energia e na conectividade digital dos moradores.
Por volta das 5h15, o bairro Distrito Industrial I, localizado na Zona Sul de Manaus, registrou uma concentração de partículas finas de 587,9 µg/m³.
A primavera no Hemisfério Sul começou nesta terça-feira (22), às 21h05, trazendo consigo um cenário climático marcado por contrastes acentuados em todo o território nacional.
De acordo com o monitoramento do Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), vinculado à Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a qualidade do ar oscilou entre níveis moderados e críticos em diferentes zonas da capital e em cidades da Região Metropolitana, como Manacapuru, Itacoatiara e Iranduba.
Para enfrentar os desafios logísticos impostos pela redução no nível dos mananciais — o que frequentemente dificulta o transporte fluvial tradicional —, a Defesa Civil do Amazonas tem executado um plano de apoio descentralizado voltado às comunidades ribeirinhas e isoladas.
Especialistas e pesquisadores da UEA esclarecem que o material particulado em suspensão que encobre a capital não decorre exclusivamente de focos de fogo locais ou de municípios do entorno imediato.
A proposta detalha as diretrizes do país para equilibrar o uso do solo, combinando a preservação de áreas intactas com a recuperação de ecossistemas afetados.
O Brasil adotou como marco de referência o ano de 2020, período em que o território nacional registrava 55,7 milhões de hectares sob tendências de degradação. O desafio técnico consiste em neutralizar esse avanço até 2030.
Para entender esse fenômeno sem cair no alarmismo, conversamos com o meteorologista Leonardo Vergasta. Ele esclarece que, no contexto de clima quente e úmido da região
Com um valor de causa estimado em R$ 12 milhões, o processo estabelece prazos rigorosos para a adequação ambiental e responsabiliza o município por danos coletivos.