Dupla encapuzada executa casal, na zona Norte de Manaus
O casal foi identificado preliminarmente como Tânia chaves, 40 anos, e Bruno Victor de identidade não informada.
O casal foi identificado preliminarmente como Tânia chaves, 40 anos, e Bruno Victor de identidade não informada.
O jovem foi visto bebendo em um bar próximo, horas antes do crime. Por volta das 3h, ele foi em direção à rua onde o homicídio aconteceu, o local é conhecido por ser uma área dominada por traficantes.
Conforme a polícia, no imóvel onde ele estava foram encontradas duas espingardas calibre 20 e várias munições de calibres diferentes.
Ainda de acordo com a família, o corpo da mulher foi encontrado na quinta-feira (22), no porão de uma embarcação que estava naufragada. Ela tinha os dedos cortados e duas perfurações de faca, sendo uma nas costas e uma no coração.
Testemunhas informaram à polícia que a vítima trafegava em alta velocidade pela via e acabou ultrapassando o trecho na frente do carro.
Conforme a família, a idosa era muito querida pela população e não recebia nenhum tipo de ameaça. “Ela era alegre, divertida, corajosa, ela era tudo”, disse uma pessoa, que preferiu não se identificar.
A perícia identificou que o homem foi arrastado até a via pública e vinha sendo agredida durante o trajeto.
O criminoso foi socorrido ainda com vida. Não há mais informações sobre o caso.
O crime foi descoberto depois que as irmãs desapareceram por sete dias após irem passar o fim de semana em um sítio com a mãe, na BR-14. Na época, como o padrasto havia sumido junto com elas, levantou -se a hipótese de que ele teria violentado as duas. Uma força tarefa foi montada para tentar encontrá-las, mas não teve sucesso.
As empresas Ambev e Grupo Heineken foram autuadas após 23 trabalhadores seres resgatados em condições análogas à escravidão, dentro da boleia de caminhões que ficavam estacionados nas cidades de Limeira e Jacareí, em São Paulo, segundo o UOL.
Até o momento, não há informações sobre feridos. O ataque da noite desse domingo aconteceu por volta de 21h40. Indígenas que vivem em Palimiú relataram que os garimpeiros estavam a bordo de 15 barcos, segundo o G1.
Quatro homens armados assaltaram pacientes e funcionários .da unidade de saúde