Presos na Operação Sangria da PF em Manaus são levados a unidades prisionais
Entre os presos está o secretário de Saúde, Marcellus Campêlo. Governador Wilson Lima diz que não há provas contra ele.
Entre os presos está o secretário de Saúde, Marcellus Campêlo. Governador Wilson Lima diz que não há provas contra ele.
De acordo com documentos produzidos pela Controladoria Geral da União e apresentados pelo Ministério Público, muitas destas empresas já teriam se envolvido em escândalos de contratos superfaturados e irregularidades na prestação de serviços
A operação investiga irregularidades no aluguel do Hospital Nilton Lins, usado como hospital de campanha para combater a Covid-19, em Manaus.
O agressor segue detido e as investigações continuam para saber se o homem já cometeu o mesmo crime outras vezes.
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e removeu o corpo de Diego local.
Peritos fazem a análise da cena do crime e os primeiros trabalhos de perícia no corpo da vítima.
Nilton Lins, empresário dono do hospital cujo contrato é investigado pela PF, recebeu a PF a tiros e se refugiou no Consulado da Suécia
Nos imóveis eles analisaram e apreenderam documentos que podem indicar o rastro da corrupção no setor da Saúde Pública.
Viaturas da PF e da Controladoria Geral da União chegaram cedo em pelo menos seis endereços de acusados. Mais detalhes em instantes.
A PF cumpriu mandados de busca e apreensão também nos endereços da Secretaria de Saúde, do Centro de Serviços Compartilhados, do Sistema de Saúde Integrado da Amazônia, das residências de todos os investigados.
A ação da PF cumpre 25 mandados judiciais expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), sendo 19 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão temporária cumpridos em Manaus e Porto Alegre (RS).
Agentes também estão na casa do governador Wilson Lima, onde fazem busca e apreensão de documentos e equipamentos eletrônicos.