Criança em meio ao lixo trazido pela subida do rio Negro, na comunidade indígena Edite da Silva Kokama (Ricardo Oliveira/Revista Cenarium)
Com as casas alagadas, indígenas do povo Kokama apelam para deixar comunidade urbana devido à cheia do rio Negro
Na casa da aposentada Lucidalva Souza da Silva, 67 anos, não tinha almoço. Ela teria de pedir na casa dos vizinhos, porque a água tomou conta de tudo no local. A cota do rio Negro atingiu 29,30 metros na semana passada e a previsão do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) é de que a cheia deste ano ultrapasse o marco histórico de 2012.
