Professores rejeitam os 14,5% do Governo

Professores rejeitam os 14,5% do Governo

Durante assembléia-geral realizada na manhã desta segunda-feira (2) em frente a sede do Governo, na avenida Brasil, no bairro Compensa.

Ainda durante a assembléia-geral, os professores decidiram continuar com o movimento de greve e as escolas públicas tanto na capital quanto no interior do Amazonas continuarão sem aula por tempo indeterminado.

Os professores da rede pública estadual ligados ao Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical) rejeitaram a contraproposta de 14,57% do Governo do Estado e decidiram manter a paralisação oficial que iniciou no último dia 22. A decisão foi oficializada agora há pouco em Assembléia Geral Extraordinária que acontece em frente à sede do Governo do Estado.

O pedido inicial dos professores é o reajuste salarial de 35%. Na semana passada, em reunião entre representantes da Secretaria de Estado Educação e Qualidade de Ensino (Seduc) e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), a administração estadual ofereceu aumento de 14,57%, sendo 4,57% pagos imediatamente e os 10% restantes escalonados ao longo do ano, até dezembro.

O Sinteam é quem possui a representatividade legal para negociar com o Governo as exigências da categoria. No entanto, quem iniciou as manifestações e o movimento grevista em Manaus foi a Asprom Sindical. O Sinteam também vai realizar uma assembleia hoje, às 15h30, na Praça do Congresso, e a tendência é pela rejeição da proposta apresentada pela Seduc.

“A assembleia entendeu que essa proposta do Governo do Estado é insatisfatória e não valoriza os trabalhadores. Rejeitamos por unanimidade a proposta. Agora vamos ver os desdobramentos da assembleia e ver quais serão as próximas ações”, informou Helma Sampaio, coordenadora geral da Asprom/Sindical. “Esse é o dia mais importante até agora da greve deflagada pela categoria com o apoio do Asprom/Sindical. Está na hora de dar um basta a essa história de o governador se colocar numa postura de total falta de respeito e intransigência para com a categoria. Basta! Basta! Basta!”, reforçou Helma Sampaio.

Fonte: A Crítica

Fotos: Internet

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