Em Manaus, escolas particulares de ensino infantil devem voltar a oferecer aulas presenciais em março

Em Manaus, escolas particulares de ensino infantil devem voltar a oferecer aulas presenciais em março

Em reunião com o governador Wilson Lima (PSC) e representantes do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado (Sinep-Am), na tarde desta quinta-feira (25), a deputada professora Therezinha Ruiz (PSDB) intermediou a reivindicação do setor, com a definição de critérios e do cumprimento de protocolos de segurança sanitária nas escolas contra a Covid-19, para o retorno gradual de crianças e jovens ao ensino, no modelo híbrido.

Durante a reunião, que aconteceu na sede do Governo, foi definido que a retomada das atividades presenciais ficará condicionada à situação epidemiológica na capital. Se os números de contágio e internações pela Covid-19 seguirem estabilizados, as aulas presenciais em creches e estabelecimentos de ensino infantil (de 0 a 5 anos de idade), poderão retornar no dia 8 de março.

Mantendo-se o controle no número de casos da doença, as escolas tomarão as providências para que os alunos do ensino fundamental voltem no dia 15 de março às aulas presenciais e remotas. Já no dia 22, as atividades do ensino médio poderão ser retomadas, também no formato de ensino híbrido.

“Estamos trabalhando para atender o pleito dos estabelecimentos, dos educadores e dos pais de alunos, observando que esse retorno gradual deve acontecer de forma responsável, com todos os cuidados necessários para garantir a segurança da saúde das crianças, dos professores e dos demais funcionários das escolas particulares da capital”, destacou Therezinha Ruiz.

De acordo com pesquisa realizada pelo Sinep-Am, os pais estão solicitando o retorno das atividades do ensino infantil. “São pais que trabalham e não têm como deixar seus filhos em casa, devido a suspensão do serviço nas creches e nos estabelecimentos de ensino infantil”, sustentam os representantes do sindicato.

Eles argumentam ainda que as escolas enfrentam dificuldades para pagar a folha dos professores e dos demais funcionários, além de acumular prejuízos com a evasão de alunos e a inadimplência.


Fonte: Portal Único

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