Polícia resgata menino de 2 anos trancado e com fome em casa de Manaus
A criança foi levada até a delegacia e os policiais providenciaram alimento para o menino
A criança foi levada até a delegacia e os policiais providenciaram alimento para o menino
O homem estava em avançado estado de decomposição, com sinais de tortura e com os braços e pernas amarrados.
O caso chegou até o Conselho Tutelar e ao serem chamados para esclarecer o caso, o adolescente contou tudo e a mãe ainda tentou negar, no entanto, voltou atrás e denunciou o marido.
A droga pertencia a uma mulher que foi detida junto com o organizador da festa proibida. Eles foram encaminhados e apresentados no 1° DIP.
Questionado sobre o motivo do crime, o homem afirmou que havia contratado Netflix e precisava de uma TV para assistir suas séries.
Investigações apontam que ele utilizava das festas e dos banhos de piscina para abusar das frequentadoras de seu espaço.
Segundo Polícias da 30ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), Ely teve a casa invadida por 15 homens, que já chegaram atirando e o matando, no beco onde ele morava. Os tiros atingiram as costas, a cabeça e o rosto de Ely.
O documento foi assinado pelo Procurador da República Fernando Merloto Soave, nesta terça-feira (25).
Na polícia, a mulher confessou que matou o filho na madrugada do dia 14 de maio, sufocando-o enquanto ele dormia em um carrinho de bebê. Ela disse que precisou pressionar o travesseiro por duas vezes para concluir o crime.
Ainda segundo delegado, a vítima seria uma espécie de segurança de uma boca de fumo do Coroado, e não descarta a possibilidade de que o crime tenha sido motivado pela guerra do poder do tráfico na área.
De acordo com a polícia, a mulher foi presa em cumprimento a um mandado de prisão expedido em novembro do ano passado pelo juiz de direito Apolo de Araújo Macedo, da Comarca de Rorainópolis.
Segundo informações dos Polícias da 25ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), o homem foi visto fugindo de uma dupla, que estaria atirando contra o ele.