Ao lado de Pazuello, Bolsonaro faz passeio de moto no Rio de Janeiro e gera aglomeração
Presidente é escoltado por policiais e não usa máscara de proteção
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"Quando o presidente ameaça a ZFM, ele não ameaça os senadores Omar e Braga, ele ameaça o emprego de milhares de amazonenses, a saúde e educação", disparou Marcelo Ramos.
Reunião entre os dois ex-presidentes foi a primeira em 4 anos e ocorreu na semana passada, na casa do ex-ministro Nelson Jobim. Segundo o petista, os dois discutiram "democracia e a atuação do governo Bolsonaro na pandemia".
João Paulo Marques, antes de ser lotado na Secretaria de Saúde, atuou como estagiário de Carlos Almeida até ser convidado para assumir cargo de confiança dentro da até antiga Susam. O convite foi motivado pela proximidade que mantinha com o vice-governador.
Pazuello afirmou, por exemplo, que a decisão de não intervir na saúde amazonense em abril do ano passado não foi dele, e sim tomada em uma reunião ministerial, com a presença de Bolsonaro.
Seis dos oito deputados federais pelo Amazonas votaram a favor da MP. O projeto vai ao Senado Federal onde ainda poderá ser modificado.
Em suas redes sociais o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), rebateu a acusação da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) durante a audiência da CPI da Covid, de que ele havia defendido a imunidade de rebanho .
O imbróglio gerou atraso na aquisição dos imunizantes no País, que ficou para trás enquanto a Europa e Estados Unidos saiam na frente na vacinação de suas populações.
A declaração foi feita à Paris Match, publicação impressa que circula na capital francesa. A entrevista foi publicada nesta quarta-feira (19).
A discussão aconteceu na presença dos senadores Humberto Costa (PT), Rodolfe Rodrigues (Rede), Renan Calheiros (MDB), relator da CPI, e Otto Alencar (PSD). Ao final, alguns dos senadores sugerem um ‘Pai-Nosso’ para acalmar os ânimos.
Pazuello estava na sala da CPI, durante o intervalo, aguardando o término da sessão do plenário do Senado a fim de concluir o depoimento que prestava à comissão.
A fala gerou revolta de senadores na comissão. Eduardo Braga (MDB-AM) disse que o ex-ministro estava mentindo e que a carência do insumo durou mais.