Desmatamento no Amazonas tem queda de 55% no primeiro semestre de 2023
De janeiro a junho deste ano, foram 553,41 quilômetros quadrados (km²) de alertas, contra 1.235,98km² registrados no mesmo período de 2022.
De janeiro a junho deste ano, foram 553,41 quilômetros quadrados (km²) de alertas, contra 1.235,98km² registrados no mesmo período de 2022.
O local é uma unidade de conservação, abrigada pela vegetação do Cerrado – segundo maior bioma do Brasil –, que vem sofrendo com o desflorestamento.
Dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesta sexta-feira (10/03).
A meta é reunir 1,5 milhão de assinaturas para apresentar a iniciativa ao Congresso Nacional em 2023.
Falta de transparência impediu a análise total da legalidade nos mais de 71 mil hectares com extração de madeira identificada no estado.
A situação é reflexo do avanço da destruição da floresta amazônica no Amazonas.
A operação é coordenada pelas secretarias de Segurança Pública (SSP-AM) e Meio Ambiente (Sema).
A pesquisa, realizada entre os anos de 2010 a 2018, mostra ainda que as queimadas foram provocadas pelo homem e não por causas naturais.
O relatório é preparado com base nos dados do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), utilizando imagens de satélites para comparar o impacto nas Áreas Protegidas
No balanço que contempla o período anual entre agosto de 2019 a abril de 2020, o Estado apresenta uma área de 4.532,14 km² com incrementos de desmatamento, é o maior índice desde de 2008 quando verificou-se 5.636,55 km².
A primeira reunião entre o governo brasileiro e o governo dos Estados Unidos para tratar do meio ambiente foi marcada por um recado claro enviado pelo presidente Jair Bolsonaro.
Bruno Pacheco – Da Revista Cenarium MANAUS – A terra indígena Yanomami, entre a fronteira do Amazonas e Roraima, é a mais pressionada da Amazônia Legal,…