’22/04/2019’

Auxiliar Mozart Carlos do Rio Negro-AM diz que clube ‘está falido, mas ainda é grande’

 

O auxiliar Mozart Carlos, que está substituindo José Ribamar, que expulso na última rodada, no jogo contra o Princesa,  saiu de campo empolgado com a recuperação da equipe dentro do jogo, e aproveitou a oportunidade para inflamar o espírito dos jogadores e torcedores, destacando que a preparação do time, por falta de estrutura e dinheiro, está longe da ideal.

– A gente chega no estádio acreditando na vitória. O Rio Negro tem que ser respeitado em qualquer situação. Nós estamos falidos, sem diretoria, sem condições mínimas necessárias de treinamento, mas nós somos o Rio Negro, um dos maiores clubes do Norte desse país. Entramos no campeonato na expectativa de ser um dos rebaixados, e hoje temos uma perspectiva de classificação – disse.

Mozart Carlos, auxiliar técnico do Rio Negro — Foto: Marcos Dantas

 

Ele acredita que o jogo contra o Princesa, na primeira rodada do segundo turno, no qual o Galo saiu vencendo mas tomou a virada nos minutos finais, serviu para que a equipe ganhasse mais confiança na ideia de jogo, que permaneceu a mesma, embora o time tenha perdidos dois jogadores imporantes, Bombado e Maxsuel, que foram contratados pelo Paulista de Jundiaí.

– Ninguém gosta de derrota, mas o jogo contra o Princesa já deu uma moral para o time. Quem tava no estádio sabe que não merecíamos a derrota. Hoje, primeiro nos organizamos defensivamente. Se o Rio Negro hoje tivesse um centro de treinamento, se esses meninos jogassem dois ou três anos juntos, vocês iam ver o que aconteceria. Perdemos duas peças importantes, mas nos organizamos de novo – completou.

Para Mozart, ser treinador justo na partida contra o Fast teve um sabor especial. Vindo de uma família de fastianos e campeão com o Rolo Compressor em 2016, na função de preparador físico, neste domingo, pela primeira vez, ele enfrentou Ronan, atacante revelado por ele, considerado um filho do coração.

Fonte: Globo Esporte

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