Rumo ao TJAM: OAB-AM elege os seis nomes que disputam vaga de desembargador

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Foto: (À esq.) As advogadas Gisele Falcone, Grace Benayon e Carmem Romero e os advogados Marco Choy, Carlos Alberto e Aniello Aufiero (Divulgação/OAB-AM | Composição: Luan Araújo/CENARIUM)

Redação – A advocacia amazonense foi às urnas nesta quinta-feira, 14, para definir os protagonistas de um dos momentos mais decisivos do Judiciário estadual. Em votação direta realizada pela OAB Amazonas, foram escolhidos os seis profissionais que agora compõem a lista sêxtupla para o cargo de desembargador(a) do Tribunal de Justiça (TJAM), por meio do dispositivo do Quinto Constitucional.

O Peso dos Votos: Líderes da Consulta

O pleito, que movimentou a capital na Arena da Amazônia e se estendeu a sete municípios do interior, revelou um forte apoio da classe a nomes consolidados. No grupo feminino, o destaque absoluto foi para Gisele Falcone, que liderou a contagem geral entre as mulheres com 2.214 votos. Logo atrás, Grace Benayon (1.309 votos) e Carmem Romero (1.220 votos) consolidaram suas posições na lista.

Já entre os candidatos homens, o ex-presidente da seccional Marco Choy encabeçou a lista masculina com 1.927 votos, acompanhado por Carlos Alberto (1.482 votos) e Aniello Aufiero (1.376 votos).

O Próximo Passo: Do Tribunal ao Palácio

Com a oficialização dos nomes, o processo agora ganha novos contornos políticos e institucionais:

  1. Corte do TJAM: Os desembargadores reduzirão a lista sêxtupla para uma lista tríplice.
  2. Caneta Final: Os três nomes finalistas serão enviados ao governador Roberto Cidade, a quem cabe a decisão final de nomear o novo membro da Corte.

Representatividade em Pauta

Mais do que uma simples eleição, o processo deste ano carregou um forte simbolismo sobre a equidade de gênero. A possibilidade real de uma mulher ocupar a cadeira no TJAM não apenas mobilizou as redes sociais e os corredores da Arena da Amazônia, mas também pautou os discursos sobre a modernização e o equilíbrio de vozes dentro da segunda instância da Justiça amazonense.

Fonte: Revista Cenarium

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