
Redação – A Escola Estadual Presidente Castelo Branco, localizada no bairro São Jorge, foi palco nesta quarta-feira (26) da segunda edição do OPA! Festival Paralímpico de Manaus. O evento mobilizou cerca de 700 estudantes em uma manhã inteiramente voltada à prática esportiva, à troca de experiências e à acessibilidade.
O impacto da iniciativa nas comunidades
Idealizado pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Amazonas (ADEPOL-AM) com o apoio do Projeto Sementes da Floresta, o festival nasceu com o propósito de descentralizar o acesso ao esporte paralímpico na capital amazonense.
- Expansão territorial: Após estrear na Zona Leste (bairro Jorge Teixeira), o projeto marca presença na Zona Oeste, consolidando o plano de alcançar todas as regiões de Manaus.
- Diversidade de vivências: A programação integrou profissionais da área e ofereceu seis modalidades esportivas adaptadas, promovendo um ambiente de aprendizado coletivo.
Inspiração de perto com atletas de destaque
O evento contou com a participação de referências do esporte paralímpico nacional, que compartilharam suas vivências com os estudantes:
- Guilherme Carvalho: Coordenador do festival e campeão brasileiro, destacou que o crescimento na adesão reflete a eficácia da proposta em democratizar o acesso ao esporte nas escolas públicas.
- Brendon Christian: Campeão brasileiro no lançamento de dardo e embaixador do OPA, conversou com os jovens sobre superação pessoal e a importância de persistir nos objetivos, independentemente dos desafios.
Colaboração e próximos passos
O sucesso da edição foi atribuído também ao envolvimento da comunidade escolar. A direção, representada por Wanda Dias, e o corpo docente da Escola Presidente Castelo Branco foram fundamentais para acolher e organizar o fluxo de participantes.
Para acompanhar os próximos passos do projeto e as datas das próximas edições em outras zonas da cidade, a organização disponibiliza informações atualizadas por meio do perfil oficial no Instagram: @opa.manaus.
Um olhar adiante: Mais do que revelar talentos para o cenário competitivo, iniciativas como o OPA demonstram como o ambiente escolar pode se transformar em um espaço efetivo de cidadania e pertencimento por meio da atividade física.

