Manaus tem ônibus superlotados e desrespeito a medidas de segurança contra Covid-19

Manaus tem ônibus superlotados e desrespeito a medidas de segurança contra Covid-19
Manaus tem ônibus superlotados e desrespeito a medidas de segurança contra Covid-19 — Foto: Gato Jr/Rede Amazônica

Usuários do transporte público enfrentam aglomerações dentro dos coletivos em Manaus. Na manhã desta segunda-feira (8), a Rede Amazônica constatou desrespeito às medidas de segurança nos terminais.

Na Cachoeirinha, na Zona Sul da cidade, a fila de espera por um ônibus não tinha distanciamento recomendado pelas autoridades de saúde para evitar a contaminação pelo vírus da Covid-19. A linha 418, por exemplo, saiu lotada.

Ônibus registra lotação no terminal da Cachoeirinha — Foto: Gato Jr/Rede Amazonica

O vigilante Raimundo Santana dos Santos reclama da falta de cooperação das pessoas e do perigo que está na lotação dos coletivos.

“Todo dia de manhã é lotação máxima”, diz.

A técnica em enfermagem Ester Ferreira já foi infectada pela Covid-19. Ela disse que, sem poder evitar aglomeração, é ainda mais necessário ter cuidados com a higienização ao sair de casa.

Desde janeiro, a Prefeitura de Manaus disse que autorizou o aumento da frota, que atualmente está em 950 ônibus, com 30 de reserva. A frota normal e de 1.140, que só deverá voltar às ruas quando os alunos retornarem às salas de aula.

Decreto de restrição

No sábado (6), o Governo do Amazonas publicou o decreto número 43.522, com as alterações no horário de funcionamento do comércio, restaurantes e academias. As medidas são válidas a partir da segunda-feira (8) e seguem até o dia 21de março.

O decreto também estabelece a restrição da circulação de pessoas em espaços e vias públicas, em todos os municípios, será 21h às 6h.

Atualmente, Manaus e os municípios do interior estão na fase vermelha, o que corresponde a alto risco para transmissão de Covid-19.

Desde o início da pandemia de Covid-19, em 2020, o Amazonas registra mais de 319 mil infectados e o número de mortes supera os 11 mil.


Fonte: G1 Amazonas

Deixe uma resposta