O Peso do Ar: Como Manaus Enfrenta um Cenário Crítico de Poluição e Baixa Umidade
O principal vetor dessa poluição atmosférica reside nos incêndios florestais e queimadas que afetam o bioma.
O principal vetor dessa poluição atmosférica reside nos incêndios florestais e queimadas que afetam o bioma.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, as equipes têm enfrentado dificuldades para combater focos subterrâneos e persistentes em meio ao material.
De acordo com a corporação, o incêndio está confinado, o que elimina o risco de propagação para outras áreas.
A melhora desta sexta-feira contrasta com o cenário severo enfrentado nos dias antecedentes, período em que Manaus acumulou seu sétimo episódio
As operações de controle exigem um esforço multisetorial devido à complexidade geográfica da região amazônica. O acesso aos focos.
Por volta das 5h15, o bairro Distrito Industrial I, localizado na Zona Sul de Manaus, registrou uma concentração de partículas finas de 587,9 µg/m³.
De acordo com o monitoramento do Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), vinculado à Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a qualidade do ar oscilou entre níveis moderados e críticos em diferentes zonas da capital e em cidades da Região Metropolitana, como Manacapuru, Itacoatiara e Iranduba.
Especialistas e pesquisadores da UEA esclarecem que o material particulado em suspensão que encobre a capital não decorre exclusivamente de focos de fogo locais ou de municípios do entorno imediato.
Nas redes sociais, vídeos e fotos onde internautas relatam o forte cheiro de fumaça.
A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que as chuvas se estendam até o final de semana na capital amazonense.
Dados da origem da fumaça são extraídos de satélites monitorados por instituições brasileiras e do exterior.
A iniciativa busca sustentar a atuação dos municípios envolvidos no processo de gestão, desenvolvimento e fortalecimento das atividades de forma regionalizada.